
As profissionais do sexo são mulheres estigmatizadas por uma sociedade medíocre, que olha para elas com nojo, com indignação, com medo e até mesmo com ódio, assim são mal vistas e desprezadas.
Em entrevista com a estudante universitária do curso de Assistência Social, coordenadora do Projeto Flor de Pequi e integrante da Associação Ipê Rosa, Maria Borges, foi apresentado uma pesquisa por uma equipe junto as profissionais do sexo, na região do Dergo de Goiânia. Esta constata que a maioria das 180 mulheres, que trabalham naquela região, não concluíram o 1° grau, 95 delas tem na faixa de 30 a 40 anos de idade, 10 tem acima de 50 anos e que 37 delas são casadas e tem filhos menores sustentados por elas, esse é o perfil de mulheres que vendem fantasia sexual para sobreviverem, afirma Maria.
O Projeto Flor de Pequi realizado no ano de 2000, teve o apoio do Ministério da Saúde que atuou para a redução da incidência das DST/Aids, entre as mulheres profissionais do sexo de Goiânia, realizada na sala de apoio da região do Dergo.
Segundo Maria Borges a falta de emprego e oportunidades de escolarização são fatores sociais que geram subempregos como a realidade vivenciada pelas profissionais do sexo da região do Dergo.
Fiz algumas perguntas com uma das profissionais do sexo Mariana Almeida.
Você é casada?
Mariana - sim
Tem filhos?
Mariana – tenho 3 filhos, sendo 2 meninas e 1 menino
O que levou você a ir trabalhar nessa região?
Mariana – a falta de emprego e a necessidade, precisava dar um jeito para que os meus filhos não morressem de fome.
Você disse que tem marido, ele não te ajuda?
Mariana – não pelo contrário ele faz é tomar meu dinheiro, eu preciso esconder um pouco, senão ele vem aqui e leva tudo para comprar drogas.
Você estudou até que ano?
Mariana – parei na 4° série
Você usa drogas para encarar essa realidade na qual você vive?
Mariana – não nunca usei, muitas garotas aqui usam, até já me ofereceram, mais não aceitei trabalho na coragem mesmo.
Qual o seu maior sonho hoje?
Mariana – é comprar uma casa e sair dessa vida, que não é fácil viver assim, um dia você tem dinheiro outro dia não, depende de cliente, isso é muito triste.
Você não quis procurar emprego antes de entrar nessa vida?
Mariana – já procurei vários mais não encontro, está muito difícil
Quanto você tira por mês aqui?
Mariana – há depende muito se o dia estiver bom de cliente, já cheguei a tirar até R$ 1.200,00 por mês, onde vou arrumar um emprego desses pra ganhar o que ganho?
Em entrevista com a estudante universitária do curso de Assistência Social, coordenadora do Projeto Flor de Pequi e integrante da Associação Ipê Rosa, Maria Borges, foi apresentado uma pesquisa por uma equipe junto as profissionais do sexo, na região do Dergo de Goiânia. Esta constata que a maioria das 180 mulheres, que trabalham naquela região, não concluíram o 1° grau, 95 delas tem na faixa de 30 a 40 anos de idade, 10 tem acima de 50 anos e que 37 delas são casadas e tem filhos menores sustentados por elas, esse é o perfil de mulheres que vendem fantasia sexual para sobreviverem, afirma Maria.
O Projeto Flor de Pequi realizado no ano de 2000, teve o apoio do Ministério da Saúde que atuou para a redução da incidência das DST/Aids, entre as mulheres profissionais do sexo de Goiânia, realizada na sala de apoio da região do Dergo.
Segundo Maria Borges a falta de emprego e oportunidades de escolarização são fatores sociais que geram subempregos como a realidade vivenciada pelas profissionais do sexo da região do Dergo.
Fiz algumas perguntas com uma das profissionais do sexo Mariana Almeida.
Você é casada?
Mariana - sim
Tem filhos?
Mariana – tenho 3 filhos, sendo 2 meninas e 1 menino
O que levou você a ir trabalhar nessa região?
Mariana – a falta de emprego e a necessidade, precisava dar um jeito para que os meus filhos não morressem de fome.
Você disse que tem marido, ele não te ajuda?
Mariana – não pelo contrário ele faz é tomar meu dinheiro, eu preciso esconder um pouco, senão ele vem aqui e leva tudo para comprar drogas.
Você estudou até que ano?
Mariana – parei na 4° série
Você usa drogas para encarar essa realidade na qual você vive?
Mariana – não nunca usei, muitas garotas aqui usam, até já me ofereceram, mais não aceitei trabalho na coragem mesmo.
Qual o seu maior sonho hoje?
Mariana – é comprar uma casa e sair dessa vida, que não é fácil viver assim, um dia você tem dinheiro outro dia não, depende de cliente, isso é muito triste.
Você não quis procurar emprego antes de entrar nessa vida?
Mariana – já procurei vários mais não encontro, está muito difícil
Quanto você tira por mês aqui?
Mariana – há depende muito se o dia estiver bom de cliente, já cheguei a tirar até R$ 1.200,00 por mês, onde vou arrumar um emprego desses pra ganhar o que ganho?